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FARMÁCIA VIVA: UMA SOLUÇÃO SAUDÁVEL PARA AS DOENÇAS COMUNS E VIÁVEL PARA OCUPAR OS TERRENOS BALDIOS

FARMÁCIA VIVA: UMA SOLUÇÃO SAUDÁVEL PARA AS DOENÇAS COMUNS E VIÁVEL PARA OCUPAR OS TERRENOS BALDIOS
A ideia básica do Programa Farmácia Viva é ter sempre ao alcance das mãos as plantas medicinais indicadas para o tratamento de sintomas e doenças de menor gravidade, como gripe e dor de cabeça. O objetivo é preservar a cultura do uso tradicional das plantas medicinais, ampliando o acesso a este recurso terapêutico aos usuários do SUS e à população em geral. E de quebra, o Município pode solucionar a situação dos terrenos baldios implementando as chamadas hortas comunitárias. Uma das possíveis soluções para a situação dos terrenos e áreas vazias da cidade seria a implantação das chamadas “hortas comunitárias”. Nesse sentido, nos dias 27 e 28 de setembro, a Câmara receberá para a duas palestras a Drª. Ana Carla Koetz Prade, Farmacêutica premiada no 67º Congresso de Secretarias Municipais da Saúde de Santa Catarina e reconhecida nacionalmente por ser a percussora e a coordenadora do Programa Farmácia Viva em São Bento do Sul / SC. De acordo com Donizetti Amorim, Presidente da Câmara Municipal de Itaú de Minas, os objetivos da implantação da farmácia viva são a melhoria da qualidade de vida das pessoas envolvidas, através de um tratamento constante de sua saúde, e a educação ambiental, desenvolvendo o interesse e o respeito pelo mundo das plantas. Além disso, as hortas comunitárias poderiam ser uma alternativa viável para utilização dos terrenos vazios espalhados pela cidade, especialmente aqueles de propriedade da Administração Municipal. Donizetti lembra, ainda, que o Ministério da Saúde, através da Portaria Nº. 886/GM/MS, de 20/04/2010, instituiu o Programa Farmácia Viva no âmbito do Sistema Único de Saúde.


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