Você está em: Notícias»VEREADORES ALTERAM DENOMINAÇÃO DE LOGRADOUROS PÚBLICOS E DE LOTEAMENTO

VEREADORES ALTERAM DENOMINAÇÃO DE LOGRADOUROS PÚBLICOS E DE LOTEAMENTO

VEREADORES ALTERAM DENOMINAÇÃO DE LOGRADOUROS PÚBLICOS E DE LOTEAMENTO
Na Sessão Plenária que aconteceu nessa terça-feira(10), os vereadores Matheus Vilela, Davi Sousa, Denis Magalhães e Oberdan Faria apresentaram o Projeto de Lei que altera a denominação de logradouros públicos e o loteamento "Residencial Liberdade" para “Bairro Residencial Liberdade." Os homenageados que tiveram seus nomes nos logradouros são: Sr. Álvaro Andrade, Moisés Alves Amorim, Sra. Maria Aparecida Santana, Dona Conceição de Brito Oliveira, Sra. Geny Teixeira Neto, Sr. Antônio Paulo de Paiva, Sr. Lázaro José da Costa e Maria Terezinha Sanjulião Ribeiro. A matéria visa prestar uma justa homenagem aos falecidos que fizeram história em nossa cidade. Segue abaixo a biografia de cada um deles: “Sr. Álvaro Andrade, que nasceu em 29 de Julho de 1933, na cidade de Ituverava, SP. Filho de Narciso Andrade e Albina Bigai Andrade e teve 05 irmãos. Seu pai trabalhava na Companhia de Força e Luz do estado de São Paulo e foi transferido para Ribeirão Preto, onde passaram a residir. Família humilde e com muita vontade de trabalhar, começou sua independência financeira aos 12 anos de idade realizando tarefas como, por exemplo: entregando marmitas, cuidando de jardins e lavando os cachorros dos amigos e vizinhos e nessa época ganhou o apelido de BATATA, por ter estatura baixa e ser fortinho, apelido que carregou por toda vida. Aos 14 anos empregou-se numa fábrica de calçados e ainda estava nessa empresa quando veio para Itaú de Minas. Sempre alegre, discreto e tranquilo, em Junho de 1953, com 20 anos de idade, desembarcou na estação ferroviária de Itaú de Minas. A princípio, era para ficar 03 meses participando de um torneio regional, jogando pelo time do Itaú Esporte Clube, que era patrocinado pela Companhia de Cimento Portland Itaú. Logo se apaixonou pela cidade, pela fábrica de cimento e principalmente pela mulher que viria a ser sua esposa, Celeida Fioravante. Casaram-se em Dezembro de 1956 e tiveram 04 filhos, 13 netos e 02 bisnetas. Era apaixonado pela família e juntamente com a esposa sempre prezavam pela união da mesma. Sempre foi um excelente profissional, tanto é que, a Cia. Cimento Itaú sempre o escalava para fazer os ajustes finais das ensacadeiras que iriam inaugurar em outras unidades do Grupo Itaú, visto que o mesmo era chefe de produção da ensacadeira. Era muito querido por seus colegas de trabalho, tanto por seu profissionalismo como pela figura humana. Gostava muito de cantar e tinha a voz extremamente afinada, gostava muito de pescaria e jogar seu futebol, e todos que o viram jogar, só tem elogios para com ele, para suas jogadas com muita velocidade e dribles fantásticos. Sagrou-se campeão da 1ª Divisão de Profissionais do Estado em 1961, juntamente com o time do Itaú Esporte Clube, entre outros títulos. Mais tarde, jogou no time dos Veteranos e estava sempre se exercitando. Por amor a Itaú de Minas, nunca mais quis sair daqui e juntamente com outros apaixonados pela cidade, lutou pela emancipação da mesma. Faleceu em Itaú de Minas, no dia 12 de Junho de 2.000, aos 66 anos de idade, vítima de um infarto fulminante para profunda tristeza da família e amigos, deixando exemplo de homem íntegro, correto, trabalhador, generoso e principalmente muito amoroso.” -- "Sr. Moisés Alves Amorim, nasceu no dia 19 de maio de 1978, em Itaú de Minas, Minas Gerais. Filho de Maria Madalena de Fátima Costa e Júlio Amorim Costa e irmão de Diana Carolina Amorim. Moisés teve sua primeira filha aos 19 anos, chamada Isadora Marques Mota Amorim. Em dezembro de 2001, aos 21 anos, casou-se com Juliana Marques da Mota na igreja Matriz de Santa Terezinha de Itaú de Minas, e no ano seguinte teve sua segunda filha, Beatriz Marques Alves Amorim. Moisés se formou na faculdade de História da UNESP (Universidade Estadual Paulista) no ano 2000. No final de 2001 prestou concurso público municipal e no ano de 2002 prestou concurso público estadual, sendo aprovado em ambos. Em Itaú de Minas deu aula na Escola Municipal Ary Pimenta Bugelli, na Escola Municipal Engenheiro Jorge Oliva e no curso de idiomas CNA e em Passos lecionou na Escola São José, Colégio Estadual, Colégio Status e no curso de idiomas Wizard . Sempre foi pessoa atuante nos meios políticos, tendo participado de passeatas na região e em Brasília contra atos governamentais que atacavam os direitos básicos das pessoas. Atuou com vigor na defesa da educação, área em que militou diariamente, e da forma que pôde, combateu as políticas públicas que acentuavam a desigualdade social. Manteve ao longo de sua trajetória uma relação de respeito, carinho com todos; família, amigos, colegas de trabalho e estudantes. Seu legado é ter despertado o senso crítico e a opinião independente naqueles que com ele conviveu. Foi grata pessoa, ser humano de nobres sentimentos. Morreu aos 29 anos em um acidente de carro na estrada que liga Itaú de Minas a Passos voltando da escola São José (Passos)." -- “Sra. Maria Aparecida Sant´ana, carinhosamente tratada como Aparecida da Geléia, nasceu no dia 27 de novembro de 1934, na cidade de São João Batista do Glória, Minas Gerais, onde residiu com seus pais: Antônio Justino e Maria Esperança de Jesus, junto aos seus irmãos. Ainda criança, mudou-se junto com sua família para a cidade de Itaú de Minas, meados ao ano de 1945 Por volta, dos 11 anos de idade, já com residência fixada em Itaú de Minas, seus pais conhecem a família do senhor Joaquim Victor Sant´ana de 37 anos, viúvo de Rita Moreira, e pai de três filhos: Jorge, Diva e Durval, que na época tinha apenas meses de vida. Por incentivo de sua mãe Maria Esperança, Aparecida Sant´ana começa a olhar os filhos do senhor Joaquim Sant´ana, enquanto este seguia com seus trabalhos como operador na Cia de Cimento Portland Itaú. Iniciava-se ali uma longa história de amor ao próximo e caridade, pois desde pequena já colocava o amor ao próximo em primeiro lugar. Como pequena adolescente que era, via com seus olhos um lindo soldado da guarnição da cidade ao qual comentava que gostaria de namorar... Sua mãe, Maria Esperança, por sua vez insistia que ela deveria se casar com o Sr. Joaquim Sant´ana, homem de índole intocável e ótimo partido, com o passar do tempo Aparecida Sant´ana enamorou-se com o Sr. Joaquim. Por volta dos 17 anos, já mãe de 4 filhos João, Maria Rita, Adivan e Zuleide oficializou o casamento com o Sr. Joaquim Sant´ana. Desse casamento gerou 18 filhos dos quais perdeu 4 durante a gravidez, dando a luz a 14 filhos: João, Maria Rita, Adivan, Zuleide, Eunice, Maria Eva, Adão (faleceu com 1 ano e meio de idade), Georgete, Joaquim, Antônio, Suely, Alencar, Bolívar, Jurandir. Além desses, criou com todo amor, pois já os tinha como filhos, Jorge, Diva e Durval que eram filhos do primeiro casamento de seu marido. Por volta de 1953, já com 23 anos o casal adquiriu sua primeira padaria dando início a tradição que segue na família até os dias atuais. Era situada a Rua Gasparino de Andrade, próxima a Praça Nossa Senhora das Graças. Aparecida Sant´ana, administrava junto com seus filhos mais velhos, enquanto seu esposo continuava com sua atuação como operador na fábrica de cimento. Por volta de 1960, iniciava-se a produção da hoje famosa, Geleia de Mocotó Santana, receita e tradição passada de geração em geração que se mantém firme até os dias de hoje. Por volta de 1977, o casal comprou um imóvel a Rua Minas Gerais - 71, onde passaram a residir. Ele, já aposentado neste período para complementar a renda, ela auxiliava na criação de porcos e frango para venda. Aparecida Sant´ana marcou sua vida em Itaú com seu envolvimento nas atividades culturais, esportivas e sociais na cidade. Seu envolvimento foi marcado por inúmeras atividades, das quais citaremos algumas: > Congadas: Festeira por muitos anos da festa de congada de nossa cidade, além de doar prendas para bingo e leilão, servia também jantar e café para todos os ternos de congo e convidados que se apresentariam naquele dia. > Festa de Cosme e Damião, todos os anos servia um bolo gigante para todas as crianças da comunidade no dia de São Cosme e Damião. > Dia das Crianças: Doação de bolo e sorvete no dia das crianças na APAE de Itaú de Minas. > Páscoa: Doação de ovos de páscoa na APAE de Itaú de Minas. > Festas de Reis: Incentivo direto às companhias de Santos Reis da cidade, com almoço e jantar festiva. > Aniversário: Realizou diversas festas de aniversário para crianças carentes, até mesmo festa de 15 anos. > Carnaval: Participação ativa nos desfiles de carnaval na cidade e fora dela, chegando a desfilar em mais de uma escola de samba na mesma noite na ala das baianas, além de incentivar a participação de seus filhos e netos. > Doação de cestas básicas: Sempre que solicitada, realizava campanhas dentro e fora da família para arrecadação de cestas básicas para pessoas carentes. > Esporte: Incentivo aos grupos de capoeira da cidade. > Apoiou em várias vezes a Vila Vicentina e a Fazendinha. Totalmente envolvida com os problemas de nossa cidade, Aparecida Sant´ana, sempre apoiou, acompanhou e participou assiduamente da vida política em nossa cidade. Mulher batalhadora, guerreira, mulher de fibra, que tinha um coração que não cabia em seu peito, que se preciso tirava de sua boa para dar ao próximo, apaixonada por grandes e fartas festas em família, soube através do seu amor incondicional, educar e criar seus 16 filhos, que soube através do seu coração fraterno dar amor e carinhos aos seus 46 netos, que transmitiu o verdadeiro significado de família aos seus 55 bisnetos, que teve a oportunidade de amar, carregar no colo e transmitir o seu amor a sua única tataraneta. Mulher que amava a todos sem precedente, sem olhar a quem, sem julgar seu passado ou presente. Mulher que ensinou a todos o verdadeiro sentido da palavra amar, pois bastava que um filho, um neto chegasse com um amigo em sua casa e pronto esse passava a ser chamado de neto também, se fosse numerar seus netos pelas suas palavras, já passaram de centenas, com certeza. Maria Aparecida Sant´ana faleceu no dia 1º de Maio de 2011, dia do trabalhador (que ironia, tão trabalhadora como era), aos 77 anos em um acidente de carro que ficou conhecido regionalmente como a morte das 3 Marias, uma vez que com ela estava sua única irmã anda viva, Maria Antônia e sua nora Maria Eva. Momento de dor, tristeza e emoção para todos os itauenses. Deixou em seu legado, o amor pela música sertaneja através do Canarinho Prisioneiro, das Congadas e Folias de Santos Reis, do Carnaval é impossível ver a ala das baianas sem se lembrar dela, dos encontros e grandes reuniões de família, do amor incondicional pelo próximo. Foi-se e deixou para seus familiares e amigos o trecho da música que sempre transformou em lição de vida: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz”. Hoje sua “gigante” família, segue e mantém vivo vários de seus projetos de forma direta ou indireta, buscando cada vez mais amar e ajudar ao próximo. -- "Dona Conceição de Brito Oliveira, querida e respeitada, grande mulher, filha exemplar, esposa fiel e dedicada. Mãe zelosa e batalhadora trabalhou com amor e soube educar seus filhos, uma mulher humilde, pobre mas alegre e feliz. Ficou viúva com três filhos para criar. Dona Conceição de Brito Oliveira, filha de seu Guilhermino de Brito (Guilé) e Maria Rita de Brito, nasceu em Passos no dia 09 de junho de 1927, numa casinha humilde, primeira filha do casal, seus pais vieram para Itaú de Minas, pois o Sr. Guilé veio trabalhar na construção da Fábrica Cimento Itaú, que auxiliou na construção das chaminés, conhecido como operário pioneiro. Dona Conceição casou com Benedito Américo de Oliveira, no dia 12 de junho de 1949, desta união nasceram três filhos, Eni Cleide de Oliveira, Aparecida Claudete de Oliveira e Gilvan de Oliveira. Ficou casada apenas por 07 (sete) anos pois enviuvou-se. Seu marido também trabalhou na Fábrica de Cimento na Ensacadeira. Criou seus filhos com dificuldades. Uma lavadeira de roupas que tinha 22 famílias freguesas. Lavava roupa da casa de campo, onde ficavam os chefes da Fábrica e o dormitório (onde ficavam os outros funcionários e engenheiros). Na Casa de Campo lavou roupas onde o Rei Pelé quando veio em Itaú jogar nos time do Santos, Tempos bons. Quando começou, trabalhou limpando e lavando as roupas da Igreja Matriz Trabalhou e limpou o Cinema por muitos anos, até que um dia o Sr. Ary Pimenta Bugelli, disse que precisava de uma pessoa caprichosa, responsável e fiel, foi até o cinema e convidou Dona Conceição para trabalhar e cuidar da Escola Dr. Jorge Oliva, cuidando da diretoria, secretaria e fazendo o café para os professores. Dona Conceição de Brito Oliveira, trabalhou na Escola por 25 anos, mas o que mais a fez feliz foi quando o Monsenhor Ernesto ao ir para Itália reuniu e disse a todos: as Chaves da Igreja vai ficar na casa da D. Conceição e também a do salão (hoje Centro de Pastoral). Ela cuidou com carinho, conhecia a todos, nunca aconteceu nada, sempre sorrindo e brincando entregava e recebia as chaves, por mais de 20 anos. Ela lavou todas as roupas, alfaias e toalhas e até a batina do Monsenhor Millani. Dona Conceição marcou a infância de muitas pessoas pois por mais de 20 anos, crianças jovens que hoje são pais, iam todos os sábados na saudosa Missa das Crianças para, ao final da missa, gritarem e cantarem “Três mais três, seis " "Ceição" joga bala no portão.” E assim quando ela se foi, deixou em todos nós muitas, mas muitas saudades.... -- "Sra. Geny Teixeira Neto, nasceu na cidade São Sebastião de Paraíso, em 18 de junho de 1924, filha de Otacílio Teixeira Azevedo e Idelvira Teixeira Azevedo. Em sua juventude aprendeu a costurar e a bordar. Perdeu o pai e o irmão em um acidente e, posteriormente, a sua mãe, tendo a responsabilidade de criar o sobrinho como um filho Lucas Teixeira de Azevedo com seu trabalho costureira. Na cidade de Itaú de Minas conheceu o Fiorindo Neto e, após três meses, casaram-se! Da união nasceram os filhos Reginaldo, Ronaldo, Regina, Ricardo e Rejane. Além de cuidar do sobrinho e dos filhos, ela ajudava no sustento da família com seu trabalho de costureira, resultando na criação da atual loja Magazine Fiorindo. Na época, além do trabalho e dos afazeres familiares, dedicava-se à comunidade e à Igreja, participando das orações de terços nas casas, nas barracas das festas beneficentes, bem como atuava na decoração dos andores das procissões religiosas. Foi presidente do Sagrado Coração de Jesus que ajudava a manter os jovens no seminário. Participou da fundação do Clube das Mães com a finalidade de oferecer cursos, tais como: culinária, costura, pintura, bordados e artesanatos. O Clube das mães também arrecadava fundos com a prestação de serviços de buffet comunitário. Foi empresária do ramo de confecção de camisas. Produzia doces e queijos artesanais. Até a década de 90, trabalhava também na loja. Foi uma mulher exemplar na sociedade Itauense. Sempre dedicada aos filhos, genros, noras, netos e bisnetos. Aos seis de Abril de 2015 faleceu, deixando um enorme legado." -- "Sr. Antônio Paulo de Paiva, carinhosamente conhecido por Paulinho Paiva, nono filho do casal Antônio Paiva Sobrinho e de Isolina Campos Paiva, nasceu em Guapé/MG, em 03/08/1941, onde passou sua infância. Em 1952, mudou-se com os pais e irmãos para Itaú de Minas, vindo a trabalhar como balconista no comércio da família, no ramo de refeições para os motoristas que carregavam na então Companhia de Cimento Portland Itaú. Mostrando-se empreendedor desde tenra idade, aos 14 anos buscou sua independência financeira, ingressando como Office Boy na mencionada empresa, tendo lá permanecido até a sua aposentadoria, que ocorreu em 1988. Casou-se com a Educadora Icléia Maria de Souza Paiva em 23/01/1965, com quem teve 06(seis) filhos, Willian, Wilton, Walace, Wesley, Welney e Wendel, desde sempre se mostrando pai zeloso, esposo amoroso e companheiro, não media esforços para cuidar dos filhos, ainda pequenos, para que a esposa pudesse concluir seus estudos e aperfeiçoá-los. Exemplo de pai responsável, chegando a trabalhar em mais de uma função para prover a família. Preocupado com as questões político-sociais de nossa cidade, trabalhou com afinco para que os jovens itauenses tivessem lazer de qualidade e dessa forma, presidiu o Itaú Esporte Clube por duas gestões seguidas, sendo lembrado até hoje por seu dinamismo e competência. Pessoa de sorriso fácil e de entusiasmo notório, destacou-se como empresário no ramo de lanchonete/entretenimento, vindo a empresariar o conjunto musical “Pop Som”, formado por músicos itauenses, e na direção das Lanchonetes Pop’s Drink e Terraço. Cidadão convicto de seus ideais participou ativamente do movimento de emancipação de nosso município, sendo inclusive candidato a cargos eletivos. Paulinho Paiva faleceu em 30/07/2011, aos 69 anos de idade, deixando para trás uma família saudosa, porém unida e disposta a seguir com os inúmeros ensinamentos deixados por ele como honradez, honestidade, trabalho e compromisso e dessa forma será sempre lembrado por aqueles que tiveram a oportunidade de conhecer essa pessoa de forte personalidade, distinto caráter e de especial carisma.” -- “ Sr. Lázaro José da Costa, que nasceu em 06 de outubro de 1937, na cidade de São Sebastião do Paraíso/MG. filho de Benedito Felício da Costa e Maria Pimenta de Jesus. Viúvo de Zuleica Canoa da Costa, pai carinhoso de Willian e Rosimeire. Trabalhou em São Paulo e em São Sebastião do Paraíso como padeiro. Quando veio para Itaú de Minas montou sua própria padaria, depois foi dono de loja de móveis durante 24 anos. Gostava de passear, ir para a fazenda e ficar com a família. Recebeu o título de Cidadania Itauense em 1996.” -- “Sra. Maria Terezinha Sanjulião Ribeiro, nasceu no dia 16 de Dezembro de 1955 filha de Sebastião Sanjulião ( Senhor Pelota) e Benedita Candida Sanujulião mais conhecida como Dona Dita. Terezinha é natural de São Sebastião do Paraíso, mas foi na zona rural de Itaú de Minas, onde, com seus seis irmãos é que passou a sua infância e juventude. O local era conglomerado de casas, em que viviam várias famílias e, por isso era chamado de turma. Aos 20 anos de idade, Terezinha conheceu Luiz, com quem se casou no dia 25 de novembro de 1978. Tiveram 2 filhos, Alan em 1979 e Alex em 1983. Em meados de 1985, na praça centra Nossa Senhora das Graças, inaugurava a Sorveteria chamada SORVETE AMERICANO, mais conhecida como sorveteria da Terezinha. Ali, trabalharam todos da família, entretanto a que mais se destacava pelo esforço de trabalhar até tarde da noite, fins de semana e feriados era Terezinha. Além do delicioso sorvete, quem ia ali sempre encontrava uma amiga e aquela boa prosa. Terezinha se envolvia também em causas sociais, várias vezes arrecadou mantimentos para fazer cesta básica para amigos necessitados. Terezinha trabalhou nesta praça por mais de 27 anos. Dedicou a sua vida a esta sorveteria, à família e aos amigos. Terezinha adoeceu e veio a falecer no dia 05 de novembro de 2012, deixando seu marido Luiz e seus dois filhos Alex e Alan Sanjulião Ribeiro, suas noras e ainda suas maiores paixões que eram seus dois netinhos, Otávio Henrique e Luiz Gustavo. Hoje em dia, é o Sr. Luiz e seus filhos que tomam conta da sorveteria. Terezinha escreveu seu nome da história de Itaú de Minas, deixando em todos a saudade daquele bom conselho e aquela boa prosa.”


© 2017 - Desenvolvido por Lancer